terça-feira, 22 de março de 2016

Tempo de pipa!

Caminhando pela rua, sigo
Ando sem mudar o prumo, mudo
Silencioso, mas, com tanque cheio
Pleno de algo que não sei bem
Adequadamente quer sair!

Desprendeu-se!

Assim, do nada
Patavina é sem aviso proeminal
Prévio é no meio da via pública
Rua: lágrimas num sorriso farto
Abundante na esquina de casa
Residência nova, da vida nova
Púbere impregnada com páginas já preenchidas, além de muitas em branco.

Ausência me deu quando tentei reponder o por quê?

Perguntando parecia um louco
Insano falando sozinho, na esquina de casa, sorrindo e chorando
Prantos assim mesmo, na frente do povo.

Se preocupa não
É o novo!
Veio de repente e dá medo
Mas, está tão bom!

Um comentário:

  1. Sempre, sempre o poeta da vida cotidiana. Parabéns! Orgulho-me de VOCÊ, poeta. Bjs, TE AMO

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